A promoção da saúde e o consumo de café (sem açúcar): Saiba mais sobre essa relação comprovada pela

Há registro do consumo de café desde o século VII.

Documentos históricos revelam que a utilização desse grão se iniciou no continente africano na região do Egito.

Chegou nas Índias, na Arábia e na Península Ibérica com a migração dos mouros (povo originário do Norte da África). Foi introduzido no Brasil, dentro do contexto da colonização portuguesa, no século XVIII.

O café passa a ser o grande combustível da economia brasileira em meados do século XIX, mantendo-se nesse patamar até a primeira metade do século XX. Atualmente, o Brasil permanece o maior produtor mundial do grão.

O café é consumido em todo o mundo. Beber uma xícara de café torna-se tradição em todo o território nacional.

Diversos estudos científicos já foram realizados sobre a relação entre o consumo de café e seus efeitos para a saúde.

Está comprovado que a cafeína promove a queima de calorias, naturalmente acelera o metabolismo e pode aumentar especificamente a queima de gorduras, por meio da ativação do sistema nervoso simpático e da oxidação lipídica.

A cafeína aumenta os níveis de adrenalina no sangue. Este hormônio quebra as células de gordura, liberando-as no sangue como ácidos graxos livres, os quais atuam como fontes de energia, portanto, melhoram a performance nas atividades físicas, segundo, por exemplo, estudos publicados no International Journal of Sports Nutrition e no Scandinavian Journal of Medicine and Science in Sports.

O consumo do café também está associado à diminuição de incidência de diabetes mellitus tipo 2, de acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes. A pesquisa mais notória sobre o tema sugere uma redução no risco da doença em até 35%.

O consumo diário de 2 xícaras da bebida já apresentou benefícios e, conforme se aumentou a ingestão (até 6 xícaras por dia), maior foi o efeito benéfico.

Portanto, tudo indica que as propriedades antioxidantes do café podem trazer benefícios para o metabolismo da glicose.

Além dos estudos mais recentes, temos a irrefutável eficiência do teste do tempo. São, no mínimo, 14 séculos de consumo de café pela humanidade.

No entanto, é imprescindível avaliarmos a qualidade do produto consumido, assim como aquilo que comemos enquanto bebemos o café e quais são nossos hábitos diários.

A Equipe Tribeca convida você a se informar sobre a relação entre o consumo dos cafés especiais e a promoção de comportamentos e hábitos saudáveis.

Dê uma olhada nas nossas dicas e aguarde as próximas novidades!

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